DR. PEDRO JAQUETO

Movimento é vida.

Preservá-lo exige estratégia, ciência e cuidado contínuo.


O Dr. Pedro Jaqueto é especialista em ortopedia, medicina esportiva e regenerativa com foco em prevenção, desempenho e longevidade ativa.

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VOCÊ CONCORDA?

É do presente e do futuro que estamos tratando.

A medicina esportiva e regenerativa tem como objetivo preservar o movimento antes que as dores provoquem o afastamento das atividades físicas. Com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e longevidade ativa, o cuidado com músculos e articulações deixa de ser apenas reativo e passa a ser estratégico.

O movimento está em tudo. Tanto para executar tarefas simples, como se levantar da cama, caminhar, subir e descer escadas, quanto para tarefas mais complexas e que exigem preparo, como as atividades esportivas.

Ao longo do tempo, o próprio processo de envelhecimento natural traz consequências aos músculos e articulações. E aqueles que levam uma vida ativa, praticando esportes de forma recreativa ou profissional, devem ter atenção ao risco de lesões. O seu corpo precisa de cuidados para que o movimento se mantenha saudável hoje e nos próximos anos.

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Medicina Esportiva e Regenerativa

CRM-SP 157.049 • RQE 68524

Vocação

Uma experiência própria, que inspirou uma trajetória reconhecida.

Dr. Pedro Augusto Jaqueto

O Dr. Pedro Jaqueto entrou para a faculdade de Medicina sabendo que queria se especializar em Ortopedia e Traumatologia. E tem um motivo. Além de fazer parte de uma família de muitos médicos, quando tinha 20 anos, rompeu um dos ligamentos do joelho jogando futebol. Outras lesões vieram e cirurgias foram necessárias, pois sempre praticou esportes. Da própria experiência, surgiu o interesse pelo assunto e a decisão de ingressar na Medicina.

Atualmente realiza atendimentos em Indaiatuba e Campinas, no interior de São Paulo. Sua atuação em ortopedia evoluiu para incluir medicina esportiva e terapias regenerativas. Além do tratamento cirúrgico e das doenças degenerativas do joelho, trabalha para que o cuidado com o movimento comece antes da dor e, sempre que possível, evite a necessidade de intervenções mais invasivas.

Seu aperto de mão pode dizer mais sobre sua saúde do que a sua pressão arterial. 🤝

Parece exagero, mas não é. O estudo PURE, publicado na The Lancet, acompanhou quase 140 mil adultos em 17 países por cerca de 4 anos.

O que os pesquisadores encontraram:
📉 A cada 5 kg a menos de força de preensão palmar, o risco de morte por qualquer causa subiu cerca de 16%
❤️ O risco de morte cardiovascular também aumentou
🩺 A força de preensão foi um preditor de mortalidade mais forte que a pressão arterial sistólica

Por quê? A força da mão é um retrato da sua massa e da sua função muscular como um todo. E músculo não é estética: é reserva metabólica, proteção para as articulações e independência na velhice.

A boa notícia: força se treina. E nunca é tarde para começar.Se a dor no joelho ou no ombro está te impedindo de treinar, esse é justamente o problema que precisa ser resolvido, e nem sempre o caminho é a cirurgia.

Saúde não é luxo. É estratégia.

💬 Comenta “FORÇA” que eu te explico como testar a sua.
📌 Salve e envie para alguém que parou de treinar.

Dr. Pedro Jaqueto | Ortopedia e Medicina Esportiva
CRM-SP 157.049 | RQE 68524  #forçamuscular #preensaopalmar #longevidade #medicinaesportiva #ortopedia
Você cuida de todo mundo, resolve mil coisas, mantém a rotina em movimento… mas e você? 

Cuidar da saúde também é uma forma de olhar para o futuro. É prestar atenção aos sinais do seu corpo, manter-se em movimento, cuidar da alimentação e, principalmente, não deixar a prevenção para depois.

Neste Outubro Rosa, fica o convite: coloque a sua saúde na sua lista de prioridades. Faça seus exames de rotina, mantenha seus cuidados em dia e procure orientação profissional sempre que necessário.

Porque as escolhas que você faz hoje acompanham você por toda a vida.
Há 3 anos, essa paciente @robertatiziani apresentou uma lesão da raiz do menisco medial e foi submetida à reinserção da raiz.

Hoje, a ressonância mostra exatamente o que buscamos quando indicamos esse tipo de cirurgia no paciente certo: o menisco reparado, funcional e ajudando a proteger o joelho.

A lesão da raiz não é uma “lesão qualquer” do menisco.

Quando a raiz se rompe, o menisco pode perder grande parte da sua capacidade de distribuir as cargas dentro do joelho. Na prática, o compartimento medial passa a receber muito mais pressão, aumentando o risco de extrusão meniscal, sobrecarga da cartilagem e progressão da artrose.

Por isso, em pacientes bem selecionados, reparar a raiz significa tentar restaurar a biomecânica do joelho e proteger a articulação ao longo dos anos.

E essa ressonância, 3 anos depois, é um ótimo exemplo disso.

Nem toda lesão de menisco precisa de cirurgia.
Mas existem lesões em que não tratar corretamente pode custar caro para o joelho no futuro.

Se você tem uma lesão de menisco e quer entender se ela precisa apenas de reabilitação ou se existe indicação de reparo, procure uma avaliação especializada.

Preservar o menisco hoje pode significar preservar o joelho amanhã. #artrose #menisco #cirurgia #ortopediajoelho #lesõesesportivas
O teste de rosca do Senior Fitness Test parece simples, mas entrega uma informação extremamente importante: como está a força e a resistência muscular dos membros superiores.

E isso vai muito além de “ter braço forte”.

A capacidade de repetir esse movimento está relacionada à autonomia para tarefas do dia a dia, como carregar sacolas, levantar objetos, realizar atividades domésticas e manter independência ao longo dos anos.

O teste é realizado contando quantas repetições completas a pessoa consegue executar em 30 segundos, com carga padronizada de acordo com o protocolo.

📌 Envelhecer bem não significa apenas viver mais.
Significa preservar força, função e capacidade de continuar fazendo o que você gosta.

A academia não deveria ser vista apenas como estética.
Ela pode ser uma das ferramentas mais importantes para construir longevidade com independência.

A pergunta não é somente quantos anos você vai viver.
É como você quer chegar até eles.

Você já avaliou sua força de forma objetiva? Gwmh he
Envelhecer faz parte da vida. Sentir dor todos os dias não precisa fazer!

Com o passar dos anos, é natural que o corpo passe por mudanças. Mas dor persistente, perda de força, dificuldade para caminhar ou limitações nas atividades do dia a dia não devem ser simplesmente aceitas como “coisa da idade”.

Muitas dessas condições podem ser avaliadas, tratadas e, em muitos casos, prevenidas ou controladas.
Se manter ativo, preservar a força muscular e buscar avaliação quando a dor persiste são atitudes importantes para envelhecer com mais autonomia e qualidade de vida.

A idade pode mudar o corpo. Não precisa determinar o quanto você pode se movimentar.

A escolha é sua: você quer envelhecer bem ou viver refém da dor?
Cuidar do movimento é cuidar da liberdade de cada paciente.

Na ortopedia, com dedicação especial às patologias do ombro e do joelho, tenho o propósito de buscar soluções que ajudem meus pacientes a recuperar movimentos, superar limitações e voltar às atividades que fazem parte de suas vidas.

Cada diagnóstico, cada tratamento e cada evolução reforçam a responsabilidade e a satisfação de ter escolhido essa profissão.

Hoje, celebro a Ortopedia e parabenizo todos os colegas que compartilham diariamente essa missão.

Feliz Dia do Ortopedista!

Dr. Pedro Jaqueto
A pergunta que você não fez.

Você entrou no consultório falando de dor. Descreveu tudo com precisão. Onde dói, quando dói, há quanto tempo.

E aí ficou em silêncio.

Porque a pergunta de verdade era outra:

“Eu vou voltar a correr?”
“Isso é o começo do fim?”
“Eu virei uma pessoa que não treina mais?”

Quase ninguém faz essas perguntas em voz alta. Parece exagero. Parece que dor articular deveria ser só um assunto mecânico.

Mas pra quem treina há anos, parar não é detalhe de rotina. É perder uma parte da própria identidade.

E aqui está o problema: quem tem medo da resposta, adia a pergunta. Quem adia a pergunta, adia a consulta.

Aí vêm os anos de gerenciamento silencioso. Menos volume. Menos distância. Some do grupo. Vira “falta de tempo”.

Então respondendo o que você não perguntou:

Na maior parte dos casos que eu vejo, dor articular não significa fim do esporte. Significa uma conta que não fechou — de carga, de técnica, de recuperação ou de estrutura.

E conta que não fechou tem diagnóstico. Diagnóstico tem plano.

Entre a dor e a cirurgia existe um caminho inteiro. A maioria das pessoas nunca soube que ele existia.

Nem toda dor precisa virar cirurgia.
Saúde não é luxo. É estratégia.

👇 Me conta nos comentários: qual foi a pergunta que você nunca fez?

⚠️ Conteúdo educativo. Não substitui consulta, não estabelece diagnóstico e não promete resultado. Cada caso exige avaliação individual com profissional habilitado.

Dr. Pedro Jaqueto — Ortopedia | Joelho, Ombro e Ortopedia Esportiva | CRM-SP 157.049
Seu exame pode estar alterado. E mesmo assim, ele não explica sozinho a sua dor.

Esse é um dos maiores erros quando falamos em artrose do joelho: transformar uma imagem em uma sentença.

“Desgaste.”
“Cartilagem acabando.”
“Osso com osso.”
“Vai precisar de prótese.”

Mas a cartilagem articular não possui terminações nervosas. A dor pode vir de outras estruturas da articulação — como osso subcondral, sinóvia, cápsula e gordura de Hoffa — e sofre influência de carga, inflamação, força muscular e função.

Por isso, eu não trato apenas a ressonância.

Eu trato o paciente, a função e a origem provável da dor.

E muitas vezes existe muito a ser feito antes de pensar em cirurgia.

Nem toda dor precisa virar cirurgia.
Mas toda dor precisa de um diagnóstico de verdade.

Envie este vídeo para alguém que recebeu um diagnóstico de “desgaste no joelho” e acha que a única saída é uma prótese.

#DorNoJoelho #Artrose #ArtroseDoJoelho #Joelho #Ortopedia

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Saiba mais sobreo Dr. Pedro Jaqueto

  • Mestre em Ciências e Saúde pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)
  • MBA em Gestão em Saúde pela FGV
  • Graduado em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP);
  • Residência em Ortopedia e Traumatologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas);
  • Especialista em Cirurgia do Joelho pela PUC-Campinas/Instituto Wilson Mello;
  • Especialista em Artroscopia e Trauma esportivo também pela PUC-Campinas;
  • Fellow em Artroscopia e Trauma Esportivo pelo Emory Orthopaedics and Spine, em Atlanta, nos Estados Unidos;
  • Fellow em Artroscopia e Trauma Esportivo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas);
  • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT);
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ);
  • Membro da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE).

EXPERIÊNCIA

Formação sólida

Em sua trajetória, estudou em instituições de renome, incluindo a PUC-Campinas, reconhecida como uma das melhores Universidades do mundo.

Contato com especialistas

Faz parte de um corpo clínico que conta com profissionais de diversas especialidades, o que favorece a troca de conhecimento e enriquece o repertório.

Atualização constante

Por ser médico assistente na PUC-Campinas, convive com o meio acadêmico e ensina residentes a operarem e atenderem seus pacientes.

Atenção e explicações claras

Transmite segurança ao paciente, com explicações claras sobre a lesão, sobre o resultado de exames e sobre as opções de tratamento mais indicadas para cada caso.

Aprimoramento no exterior

Buscando conhecimento, Dr. Pedro Jaqueto realizou em Atlanta, nos Estados Unidos, Fellow em Artroscopia e Trauma Esportivo pelo Emory Orthopaedics and Spine.

Parceria com clubes de futebol

Por seu relacionamento com a PUC-Campinas, possui parcerias de atendimento aos atletas dos times de futebol juvenil da Ponte Preta e do Mogi Mirim.

ATUAÇÃO

Veja como o Dr. Pedro Jaqueto pode te ajudar


Manter a saúde de músculos e articulações ao longo do tempo deve ser uma prioridade, para que você preserve o movimento, a função e a qualidade de vida.

Dr. Pedro Augusto Jaqueto • CRM-SP 157.049 • RQE 68524

TRATAMENTOS

Medicina Esportiva e Regenerativa


A prática regular de atividade física é um dos pilares da saúde ao longo da vida. No entanto, manter-se ativo exige atenção não apenas ao tratamento das lesões, mas também à prevenção, ao equilíbrio metabólico e ao acompanhamento contínuo.

A medicina esportiva vai muito além do cuidado ortopédico tradicional ao acompanhar o paciente de forma individualizada, considerando seus objetivos, rotina de treinos, histórico de lesões e condições clínicas. O foco é preservar o movimento, melhorar o desempenho e reduzir o risco de interrupções por dor ou lesões recorrentes.

Em sintonia com essa proposta humanizada e inovadora, a medicina regenerativa tem se consolidado como alternativa em casos cujos diagnósticos a recomendam, com terapias que utilizam recursos do próprio organismo para estimular a recuperação tecidual. Esses tratamentos são indicados de forma criteriosa, com base científica e avaliação individual.

Algumas abordagens utilizadas incluem:

  • Acompanhamento preventivo e planejamento individual de atividade física
  • Avaliação metabólica e orientação para redução de risco de lesões
  • Terapias regenerativas em casos indicados
  • Tratamento conservador personalizado
  • Intervenção cirúrgica quando necessária

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Tratar as lesões de forma adequada é recuperar todos os benefícios da atividade esportiva.

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TRATAMENTO

Doenças Degenerativas


Estamos vivendo cada vez mais e ao longo do tempo é natural que surja o desgaste, em maior ou menor grau. Uma das principais doenças que surge com o envelhecimento é a osteoartrose de joelho. Ela também pode ser desencadeada em adultos jovens como consequência de fraturas, por exemplo.

O tratamento conservador da osteoartrose tem sido muito estudado, contribuindo para a melhora da qualidade de vida, buscando postergar ao máximo o tratamento cirúrgico, como a colocação de prótese de joelho.

Algumas medidas de tratamento usadas atualmente são:

  • Fortalecimento muscular na 3ª idade
  • Viscossuplementação
  • Tratamento cirúrgico nos casos que não tiveram boa resposta com o tratamento conservador
Dr. Pedro Augusto Jaqueto • CRM-SP 157.049 • RQE 68524

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